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Alguns
dos muitos ídolos da História do
Fluminense
Roberto
Rivelino: Ao
chegar ao Fluminense, em 1974, vindo do
Corinthians, Rivelino tinha um objetivo:
mostrar aos dirigentes do clube paulista
que ele não havia sido o responsável
pela perda do título paulista do ano
anterior para o Palmeiras. Junto com a
chegada de Rivelino ao Fluminense foi dada
a largada para a montagem da "Máquina
Tricolor" dos anos 70, que ganharia o
bicampeonato carioca de 1975/76. Rivellino
jogou no clube até 1978, quando foi
vendido para o futebol árabe. No
Fluminense, marcou 53 gols em 158
partidas.
João
Batista Carlos Pinheiro
- Quando se
fala em zagueiro no Fluminense,
imediatamente remete-se a memória à
figura de Pinheiro, um dos maiores
jogadores a vestir a camisa do clube em
toda a sua história. Dotado de grande força
física e seriedade, Pinheiro era o
chamado zagueiro clássico: jogava duro e
na bola. Disputou a Copa do Mundo de 1954,
na Suíça, como titular. No Fluminense,
conquistou três títulos cariocas (1949,
51 e 59), dois Torneios Rio-São Paulo
(1957 e 1960), tendo marcado 49 gols em
571 partidas.
Carlos
Alberto Torres
- Liderança.
Esta palavra pode definir o perfil de
Carlos Alberto Torres como jogador de
futebol. No Fluminense não foi diferente.
Campeão carioca já no seu segundo ano
como profissional, em 1964, Carlos Alberto
tinha um estilo inovador para a época:
era um lateral-direito sem os vícios
defensivistas. Apoiava o ataque com
desenvoltura e marcava com a mesma eficiência.
Em 1965 foi vendido ao Santos, para
somente voltar ao Fluminense em 1976, após
passagens pelo Botafogo, Flamengo e Santos
novamente. Fez parte da "máquina
tricolor" bicampeã carioca em
1975/76. Marcou 20 gols em 159 partidas
pelo Fluminense.
Carlos
José Castilho -Visto
como um goleiro sortudo, Carlos Castilho
é considerado por muitos o maior goleiro
a defender o gol tricolor. Com 808 gols
sofridos em 702 partidas, Castilho chegou
a ganhar o apelido de
"Leiteiro", gíria da época
para alguém que tivesse muita sorte. Não
era raro ver as bolas que passavam por
suas mãos explodirem na trave. Castilho
demonstrou várias vezes o seu amor ao
Fluminense, a maior delas foi quando
autorizou a amputação de parte de um
dedo para recuperar-se mais rapidamente de
uma contusão. Castilho conquistou pelo
time os títulos cariocas de 1951, 59 e
64, além dos Torneios Rio-São Paulo de
1957 e 1960. Suicidou-se em 02 de
fevereiro de 1987, durante um ataque de
depressão.
Telê
Santana
- Raça e
determinação. Telê Santana, ponta
direita franzino, porém lutador, podia
ser definido por estas palavras. Dono de
um incrível espírito de luta, Telê
nunca desistia de um lance. Chegando a ser
escalado até mesmo como centroavante,
Santana conseguia estar em todas as partes
do campo, tamanho era o seu fôlego. Pelo
Fluminense, seu time de coração, Telê
marcou 151 gols em 522 partidas,
conquistando dois estaduais (1951 e 1959)
e dois Torneios Rio-São Paulo (1957 e
1960).
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